quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

POESIA - ESPINHOS


ESPINHOS

Espinhos de rosa perfuram meu coração,
Com pensamentos de amor e ilusão,
Que se acaba como uma pequena canção,
E a ilusão se vai pelo caminho do carinho.

Sei que neste trajeto não estou sozinho,
E a beleza singela se escondendo no cheiro da rosa,
Mas encanta em suas cores penetrantes,
Que penetram em profundo desejo de amar.



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CAPÍTULO VII





A Papisa

Como vimos no Mago, para se chegar ao Arcano II, haverá uma iluminação da Consciência, da mente. Então, começará a construção de um corpo no plano mental. Este Arcano é o do Conhecimento. E é desta forma (já que a própria chave para o Arcano é o Conhecimento), que o Iniciante continuará a sua própria trilha.
O Arcano II é o binário, onde começará a anulação dos primeiros binários através do conhecimento, e, os primeiros binários são os dois pilares da porta do Palácio do Rei Salomão. É o que precisa o Iniciante para se tornar um Iniciado, um Monge. É ultrapassar essa porta fechada do palácio aberto do rei. Estes dois pilares são os que sustentam a porta de entrada para o resto do caminho. São eles Jaquim e Boaz.

Jaquim: ativo(+)- consciência, conhecimento, desejo de progresso. Mas também, o desapego dos desejos terrenos e das intelectualidades que atrapalham o aprendizado (ciências). A palavra quer dizer Estabelecimento.
Boaz: passivo(-)- aprendizado vagaroso, medo do desconhecido.
São usados em dois aspectos:
O Iniciante tem o dever de equilibrar esse binário e decifrar o enigma das Portas Fechadas do Rei Salomão. Assim, elas se abrirão para uma nova dimensão.

O que está embaixo é semelhante ao que está acima.


O método para se adquirir o grau de conhecimento para abrir as portas do santuário, é a Gnosis (conhecimento oculto).
Este Arcano é passivo, onde o caminho é longo e difícil. Na carta, a Papisa está sentada indicando o alto grau de passividade. A mulher também representa passividade, a gestação criativa. O iniciante aprende a respeitar as energias tanto positivas quanto negativas.
Neutralização: Bem com mal e Mal com bem.
O equilíbrio é a meta da Papisa, então ela fará uma limpeza da parte espiritual negativa e começará um forte trabalho para reerguer o triângulo, limpando o espírito. Ela conseguirá reforçar a alma e poderá trabalhar em prol da Grande Obra (Opus Magnum). Essa limpeza se processa da seguinte maneira:
Modifica-se a manifestação da vontade (que é do plano mental e influi no plano astral como desejo), passando a uma mentalidade diferente. Acrescenta-se a coragem no plano mental para derrotar o medo, conseguindo assim o equilíbrio.


Para se passar do Arcano II para o Arcano III-A Imperatriz, A Faraó, é preciso uma transformação radical ou um sinal que mudará definitivamente a vida do indivíduo. Aqui podemos dizer que começa a verdadeira Iniciação, o indivíduo recebe o título de Iniciado do Conhecimento, pois, ele terá ação nos três planos (mental, astral e físico sobre o conhecimento).
É o grau do Monge, que , como no Arcano I, pode pender para um dos dois pólos (negativo ou positivo), tornando-se Bruxo ou Mago. A escolha é dele. Há uma certa ajuda ao Monge, mas ele precisa caminhar com os seus pés. Ele escolhe qual tipo de vida que acha correta.


Mago Negro/Bruxo: O inferno tem pressa em perverter, portanto, ele fustiga as pessoas para essas caírem rapidamente em Tentação (por isso o Cristo pedia ao Pai: “Não nos deixai cair em tentação e livra-nos do mal”).

O temor do castigo transforma-se em desejo deste.

Assim, ficam aptos a cruzar as profundezas do desejo. No plano inferior jamais transita uma alma inocente. Ou é consciente Negro ou consciente Branco. Sempre é um Iniciado. Para o Iniciado é muito perigoso transitar na senda do Fio da Navalha, pois um deslize e se cai do caminho nas infradimensões. Nosso mestre íntimo preocupa-se em nos levar são e salvo pela senda. Este é o nosso anjo guardião, que dedica a sua existência para nos ajudar e só é liberto de sua incumbência quando nos libertamos e não precisamos mais de sua paciente ajuda.
O Arcano II das infradimensões pode ser chamado de O Herege, pois é aquele que não aceita a religiosidade. Jamais alguém consegue se livrar das sombras egoísticas sem ter o poder Crístico no coração. Chegando às portas do Reinado de Salomão, encontra-se os 7 muros da Virtude e suas 7 sombras, os 7 pecados capitais.

PRUDÊNCIA E INVEJA
JUSTIÇA E PREGUIÇA
FORTALEZA E GULA
TEMPERANÇA E IRA
PODER E COBIÇA
SABEDORIA E ORGULHO
COMPREENSÃO E LUXÚRIA


A entrada para os círculos, tanto para cima como para baixo é feita pelo Sexo, as energias da Kundalini. É um furor que precisa ser dominado para se andar na senda com equilíbrio.

Ó tu que vens ao doloroso sitio,
Para e pensa,
Não te seja enganosa a facilidade de entrar.






Beth: 2- A Papisa, A Sacerdotisa, A consciência, o Grau das Aspirações.
Jaquim: signo do Sol Boaz: signo da Lua
Gemini/Cruz

Bom: Intuição, Serenidade, Compreensão, Suavidade, Aprendizagem, Senso de Equilíbrio.

Ruim: Fragilidade, Egoísmo, Desonestidade, Amargura, Ódio.


Símbolos da Carta

O Livro: leis da Natureza (isolados pelo manto do mundo)
A Boca: refúgio, abrigo, templo, gula(primeiro defeito a combater)
A Cruz: Horizontal: Cteis- feminino, passivo, tangível.
Vertical: Phalus- masculino, ativo, sutil.





domingo, 29 de maio de 2011

CAPÍTULO VI - COSMOGONIA



À princípio criou Elohim, os céus e a Terra...
A palavra Princípio está desvinculada de qualquer idéia de tempo, retratando a própria eternidade. Esta nunca começou. É, Foi e Sempre Será. É um tempo imóvel, que jamais passa, com duração eterna. A Eternidade é uma Quietude Dinâmica. Quando está quieta, adormecida em seu descanso eterno, continua dinâmica, tem toda força para se realizar. O princípio existe e não existe ao mesmo tempo, portanto ele Siste. Tem o seu momento ativo, positivo, masculino e tem seu momento passivo, negativo, obscuro e feminino. Esses estados se alternam como tudo o que é gerado no Universo.



Enquanto não é manifesto ele se inspira, e quando é manifesto ele expira, gerando todo o Universo.
Entre os antigos livros hindus, é chamado de respiração de Brahma. Nas estâncias de Dzyan está escrito:

“O Princípio é Onipresente, sem limites, é Imutável. E em toda especulação é impossível alcança-lo, transcende o poder da concepção humana”.
Tudo o que existe tem que ter uma causa. O Absoluto não tem causa, pois ele próprio de causa, é uma Quietude Dinâmica. Assim como existem no nosso mundo energias latentes mas não utilizadas é o Absoluto. Como a eletricidade que está no fio condutor mas não está sendo usada nem percebida até que seja usada.
À partir de que o Absoluto passa a se sentir, cria o Mundo Causal, o Mundo das Causas, onde tudo surge. E para se sentir, inicia o processo de criação mental, o pensamento primordial: Eu Sou. É esta energia que se propaga e se transforma no Mundo Mental. Quando ele diz: Eu Sou, se inicia a Consciência Cósmica do existir (Quando se É logo se Existe). Existindo, se manifesta universalmente e cria o mundo das formas, o Mundo Astral, onde será dada a forma ao pensamento. Quando é usado o Mundo Mental, usa-se a energia Eu Sou, uma energia Ativa/Positiva de criação, que se juntando com a manifestação da geração das formas, que é um princípio Passivo/Negativo, inicia a criação, a geração do Filho. E o Filho é a energia que dará forma ao Universo Manifesto, criando movimento, a impermanência, a oscilação mental e criativa. Surgindo desta oscilação a Luz, que é o próprio Filho Universal.
A luz divina ilumina o Universo e gera neste momento as trevas, pois, tudo o que existe tem seu reflexo e seu oposto. Vemos que o Universo todo é regido pela lógica do 0 e 1, sim e não, nada e tudo, luz e treva. A luz se divide em 7 raios distintos entre si, fazendo surgir as cores e suas nuances. Estes 7 raios de luz são os Dhyans Chorans, os Construtores do Universo. O Filho cria o Universo manifesto e os construtores o constituem, dando-lhe as suas formas primordiais com ouso do Fohat, que é a energia dinâmica da Idéia Cósmica.
Os 7 Primordiais se dividem em Serafins, Querubins, Tronos, Dominações, Potências, Virtudes e Principalidades. O último raio, o das Principalidades é regido pelos deuses, os Elohim. São a divina graça de deus, a 7ª energia manifestada que controla a criação. Nesse momento controla a vida na Terra.

sábado, 14 de maio de 2011

CAPÍTULO V - ARCANO I - O MAGO (PRESTIDIGITADOR)

Capítulo V




Arcano I- O Mago (O Prestidigitador)

O Arcano I é a sala de entrada para o plano vertical (o plano vertical é o plano da elevação, ao contrário do horizontal, que é o plano onde se nasce, cresce e morre).
É no Plano Vertical que começa a subida na escada da construção da Alma, com seus tombos e suas fadigas. Podemos representá-lo como um círculo, pois, como o plano horizontal, sofre as influências da Roda da Fortuna. Aqui começa o caminho da 1ª Montanha (a montanha física). É o primeiro estágio de iniciação.


O ser humano vive no seu Karma (resumindo o karma é a vida imposta pelas Leis Universais e que se baseiam em atos praticados anteriormente, é complementada pela Lei de Ação e Reação.


O QUE SE SEMEIA, SE COLHE.




Até que um dia, na Balança da Justiça Divina, a sua bondade alcance um limite mínimo aceitável para conhecer o primeiro Arcano. O Arcano do Mago. Estaremos então exercendo o nosso trabalho ante nosso Karma, tendo o Livre Arbítrio para mudar a nossa existência para melhor ou para pior, dependendo dos nossos tipos de ações:

Negativa: que desperta o Iniciado Negro.
Positiva: que desperta o Iniciado Branco.

Para atingirmos o 1º Arcano é preciso:
Impulso, Aprendizagem, Liberdade, Ação, Expressão, Intuição.



O Ser Humano alcança o Arcano I quando começa despertar sua Alma. Começa estudar e estruturar a si mesmo e o seu corpo Astral, isto é, o seu Emocional. Ao se iniciar a criação do corpo Astral, ele vai se cristalizando até se tornar permanente. Quando tomamos consciência da Alma e iniciamos o uso da energia Astral aprendemos criar e dar formas aos pensamentos, concretizando-os.
Agora vamos aprender eliminar os nossos defeitos emocionais com a força do primeiro Arcano- O Mago.
Trabalhar a Destreza, as Habilidades pessoais, o Poder interior, a Convicção, a busca pela Instrução, a força de Ação.

O Ser Humano que alcança esse Arcano pode continuar o seu Caminho de bondade ou pode se desvirtuar do caminho e regredir, caindo novamente, para viver uma pessoa horizontal (nascer, crescer e morrer). Existem casos em que a pessoa consegue adentrar-se no Arcano, mas nele fica toda sua existência, girando em círculo e tornando o patamar do Mago, horizontal. Fica toda sua existência girando em círculo, sem mérito nem demérito, para passar ao Arcano II.
Existe também o Arcano contrário da Bondade, ou seja, o Arcano Negro, onde encontramos os Iniciados que procuram as dimensões inferiores, ou infernos. São eles:
Os que blasfemam contra Deus e seus descendentes;
Contra a espécie humana; contra o tempo e o lugar de origem;
Contra os pais.
São os Insatisfeitos com o que Têm.

(trechos eternizados na Divina Comédia de Dante Alighieri).

O Arcano I é regido por bifurcações, onde, estamos sempre utilizando o nosso Livre Arbítrio, conseqüentemente iremos receber o Arcano II, se usarmos o lado errado, é lógico que iremos para o lado oposto do Arcano, nos distanciando cada vez mais.
O Ser Humano vence este Arcano adquirindo conhecimento espiritual, dando ignição à consciência de sua existência (ignição, pois é como foi dito por Jesus. Quando se recebe um Arcano, se recebe um Batismo de Fogo. Se recebe a Unção daquele Arcano). Aqui, descobre-se que muito está errado e precisa ser modificado. O Ser Humano é levado por suas ações e por seu nível maior de conhecimento, novamente à Balança da Justiça Divina, que novamente concede a passagem de grau, indo ao Arcano II- A Papisa.
O Iniciante começa modificando a sua forma de vida (trabalhando a Alma a o seu plano Astral). Agora vai começar a mudança da Consciência. A pessoa começa querendo descobrir mais sobre si mesma.
No Arcano II- A Papisa, começa obter ajuda de pessoas no físico, no Astral e no Mental, porém ainda, o seu Livre Arbítrio e a Roda do Sansara (a vida), são os principais modos de aprendizagem, isto, tanto momentos bons como os ruins.




O Mago entra no reino das Formas (Astral), ajudado por uns e atrapalhado por outros, pois ainda, não tem domínio dos reinos. Assim, valerá mais sua própria intuição (que é a Essência adormecida que começa acordar)

Aspectos Bons: Criatividade, Astúcia, Energia, Destreza, Poder, Convicção.

Aspectos Ruins: Mistificação, Narcisismo, Charlatanismo, Insegurança, Covardia, Injustiça, Irresponsabilidade, Egoísmo, Vício, Autodestruição.

O Trabalho Espiritual
Temos que neutralizar a consciência com o poder realizador. Podemos equilibrar todas nossas energias e todas nossas forças, usando a consciência desperta para analisar e tirar as próprias conclusões.
Consciência desperta é estar a todo o momento analisando tudo e todos e a si mesmo. Vendo os defeitos se manifestarem e tentar eliminá-los. Aceitar ajuda de outras pessoas que queiram nos auxiliar na eliminação destes, mesmo que nosso Ego não esteja aceitando a crítica. É o que podemos chamar de Morte dos nossos defeitos enquanto estamos no dia a dia. Isto é chamado pelo Budismo de Aniquilação (aniquilação budista) e nas palavras de Jesus é o Vigiai! Não se sabendo a hora nem o lugar de ser tocado pelo pecado.
O espírito humano vive no mundo das idéias (onde se causam, isto é, onde o espírito humano se percebe e consegue se discernir, se sentir. Ao contrário de qualquer outro animal da Terra. Este mundo Causal é representado pelo Jardim do Éden), e inicia sua existência (plano Mental, quando se sentem, se percebem. Quando o Ser Humano sai do Jardim para poder colocar suas próprias idéias em prática), depois, se expressam no plano Físico (material). Existe uma oposição entre Espírito e a Matéria. Um é o oposto do outro e nossa obrigação é justamente neutralizar ou equilibrar os dois. Para isso, é usada a energia que pega a idéia (Mental) e dá forma a ela (Astral), depois, a concretiza no plano físico.
Com este Poder, podemos ter uma idéia (proveniente do plano Mental) e darmos forma a ela (esquematiza-la como a queremos, no plano Astral, que é o da imaginação), depois de darmos forma ao que desejamos, podemos colocar em prática no plano Físico, o qual faz passar por um processo de condensação progressiva, isto é, quanto mais concentração mais eficácia terá. Com este poder de realização podemos cristalizar qualquer pensamento que tivermos e trazê-lo para o plano Físico como palavras, músicas, desenhos, ciência e magia.

“A principio era o Verbo,
e o Verbo fez-se Luz,
ele estava com Deus,
e o Verbo fez-se Carne.”






NUMEROLOGIA DO ARCANO-I

Letras: a, A,


Número: 1
Expressão do Ser, de um Sujeito, um Objeto.
Princípio de Existência, de todo movimento, toda vida, toda consciência.
Busca do domínio do Universo.
Decisão, Habilidade, Inteligência.

Pertence ao mundo Mental, o mundo Invisível ao Ser Humano, o mundo Angélico. Os anjos são as inteligências soberanas que recebem as influências da primeira Luz, atribuída ao Pai, de quem tudo emana.
O Aleph (1) corresponde ao primeiro nome de Deus, Eheieh, que significa a Essência Divina.
Os cabalistas o chamam de “Aquele que a vista nunca viu por causa sua elevação”. Reside no Ain Soph (Inconcebível).

MODUS OPERANDIS DO INICIADO





Uma pessoa para trabalhar algo dentro da magia e até no seu dia a dia, tem que ter ferramentas. Quais são as ferramentas de um buscador espiritual ou um Iniciado?
Existem 3 ferramentas indispensáveis. São elas:

Meditação, Aniquilação e Oração

O que é Meditação?

Falar sobre meditação é bastante complexo, devido a falta de termos para se colocar. Podemos dizer que:
§-se somos um aglomerado de energia comandada por uma força inteligente, não existe caos. Existe uma força de pensamento e raciocínio atrás de tudo. Que faz com que as coisas aconteçam do modo como esta quer.
§-quando meditamos, fazemos contato com essa força, pois, transcendemos a mente e entramos em contato com novas dimensões de existência.

Um escritor chamado “Lobsang Rampa” explica de maneira clara o que é Meditação. Vejamos:
“É uma forma especial de concentração ou pensamento dirigido, que disciplina a mente, tornando-a capaz de receber através do subconsciente e outros sistemas, aquilo que seria impossível perceber por qualquer outro meio”.

Só conseguimos contato com outras dimensões de existência quando ampliamos a nossa percepção. Alguns se utilizam de alucinógenos e drogas para abrir as portas da percepção, mas através da Meditação podemos abrir as mesmas portas de uma forma natural. Quando nos desvencilhamos dos nossos 5 sentidos, podemos observar que temos outros sentidos internos que podem se tornar externos. Estes nos encaminham para uma nova percepção fora dos vícios e desejos dos sentidos práticos e desgastados. A Meditação abre caminho para essa nova dimensão, onde: Pedi e Receberás. Podemos dizer que entramos em contato com energias superiores que nos dão informações como se fossem uma grande Universidade, onde os professores estão sempre à disposição para nos ajudar (porém, depois de receber o material de estudo, teremos a sabatina, a Prova).
Na Meditação Passiva, deixamos os pensamentos fluírem até chagarmos num ponto de calma, limpamos a memória e equilibramos a oscilação mental, conseguimos parar o tempo, pois retiramos do nosso mundo as sucessões de pensamentos. Estamos agora em sintonia com o Universo, e este é eterno.
Na meditação Ativa, podemos pesquisar qualquer coisa ou qualquer objeto, meditar sobre o que se é, esperar respostas sem um objetivo determinado. O objetivo principal da meditação é chegar ao Êxtase ou Samadhi, despertando uma maior percepção do raciocínio e da vivência do Ser Humano.

O que é Aniquilação Budista?

Outra operação usada pelo estudante espiritual é cultivar os sentimentos nobres, ou seja, as virtudes. Para isso necessitamos do domínio mental, destruindo os vícios através da Aniquilação. Aniquilação é destruir o mal pela raiz. Quando ele aparece é destruído antes de se fortalecer e se impregnar na mente como um vício. Depois de impregnado é necessário meditar em cima de tal mal, pois, é impossível apenas a Aniquilação.
O objetivo da Aniquilação é também desenvolver a percepção, só que uma percepção cotidiana, a qual, depois de se praticar, vai ajudando a manter um maior equilíbrio na Meditação. Podemos nessa percepção cotidiana perceber os rumos que está tomando a vida. Esses rumos podem formar uma nova consciência quando direcionamos nossos pensamentos para um bem superior.
A Aniquilação é o modo mais rápido de se destruir uma fantasia do Ego, pois, quando é gerado pode logo em seguida ser eliminado. Já na Meditação se entra profundamente na verdadeira Causa de tal fantasia. A Aniquilação é feita a todo o momento na vida, pois a todo o momento devemos analisar os nossos atos e de imediato perceber se é bom ou ruim. Teremos que trabalhar para modificarmos o modo de ser. Primeiro internamente, depois, externamente. Assim, podemos influenciar as pessoas que nos rodeiam para que aprendam algo e percebam o bem que tal mudança nos fez. A Meditação é mais complexa, exige um maior treinamento, iniciando por um relaxamento, a redução da respiração, batimentos cardíacos, até chegarmos a certo sentimento de suavidade, de equilíbrio e paz. Depois de estar totalmente relaxado podemos concentrar nossas energias em algum objetivo ou em nada.

O que é Oração

Como a Meditação, é uma forma de entrar em sintonia coma as forças energéticas do Universo. Na Meditação, esta sintonia é feita através do plano Mental, ou seja, interiormente. Nós não entramos em contato com o Tempo e com as ondas de energia do Universo manifesto. Nas Orações temos sintonia com o plano mental através dos pensamentos e também utilizamos o plano físico através do Som.. O que na Índia é feito pelos Mantrans, no Ocidente é feito através das Orações e das Preces que utilizam as ondas sonoras para se sintonizar com outras energias diversas das usadas na Meditação.
A palavra Oração tem a mesma raiz de Ora: Umas vezes, outras vezes, ou seja, deve ser repetida pelo menos três vezes. Também tem a raiz no Oráculo, onde o consultor entra em sintonia com estas energias através de Oráculos físicos (Tarô, Runas, I Ching, etc), ou através de perguntas e respostas espirituais, como em Delfos. Geralmente um Oráculo é uma palavra de confiança, uma auto afirmação e não existe nem Meditação, nem Oráculos, nem Oração que funcionem sem a , pois, a Fé é a sintonia com as forças de realização. O Orar não é apenas dirigir súplicas a Deus, é também agradecer. “Pedi e Receberás” mas “Agradeceis o que Recebeis”.
A Prece geralmente é uma coisa mais espontânea e não tem o mesmo intuito da Oração, é apenas uma curta sintonia momentânea, enquanto a Oração tem que ser repetida e às vezes dita vários dias ou até anos para que tenha eficácia. Temos que ter na cabeça que somos eternos e tudo que pedimos recebemos, mesmo que demore.

Todas as operações de um Iniciante têm um aprofundamento quando este se torna um Iniciado, onde começa entender melhor o movimento do Universo, onde ele pode caminhar sem muletas e sem que precise um grande auxílio de pessoas. Pode perfeitamente trabalhar sua sintonia.

domingo, 1 de maio de 2011

CAPÍTULO IV - O DEVER DE TODOS

Capítulo IV

O DEVER DE TODOS

O dever do Ser Humano é refrear a energia destruidora e reequilibrar o triângulo energético do seu ser, voltar a ser um anjo e transformar o mundo num paraíso, mesmo que isto demore eras. Regular todas as forças energéticas do Universo.
Como podemos fazer isto? Como podemos ajudar?

Devemos nos purificar, eliminar o Ego, eliminar os pecados e os vícios. Isto é uma tarefa árdua e incessante. Muitos desistem e muitos enlouquecem por não serem fortes o bastante. Mas é a nossa tarefa, e por isso, vivemos neste ciclo de vidas e de aprendizado na Terra. Estamos aqui para agirmos e nos transformarmos. Aqueles que desistem estão sob a influência da destruição, desta energia diabólica, de um ciclo vicioso que leva nada a lugar algum. Nossa missão é parar a Roda do Sansara, a Roda da fortuna, o eterno retorno.
Por isso, são dados os diversos caminhos, em diversas religiões. Escolha o seu caminho e o abrace. Aqui, nós damos um esboço àquele que se dispuser a buscar um caminho através do Tarô, e nosso lema é: Duvide, Pesquise e Conclua.





O Caminho do Tarô é externo e abrange tudo e todos, e depende muito de si próprio. Mas também, você aprenderá agir, a entrar em contato com diversas energias e libertar as suas, que estão adormecidas.

Os 22 Caminhos do Tarô:


A 1ª Etapa de Elevação (Física) é dividida em 7 partes. Aqui, você vai tomar contato com seu subconsciente e descobrir o que é e o que não é correto. O que mudar e o que preservar no seu íntimo. Estas 7 partes são os 7 primeiros Arcanos (a palavra Arcano vem do latim Arcanum, que quer dizer: Mistério cujo conhecimento é indispensável para compreender um grupo determinado de fatos, leis ou princípios. Sem essa chave nada pode ser feito, no momento que é preciso compreensão).
0-22 O LOUCO
1 O MAGO
2 A PAPISA
3 A IMPERATRIZ
4 O IMPERADOR
5 O PONTÍFICE
6 O ENAMORADO
7 O CARRO



O Ser Humano nasce, cresce e morre, numa vida física reta e sem transformações, presos em convicções, em seus vícios, em seu orgulho.
Vive sem por que e não sabe de que lado vai. São bandos que seguem sempre o que alguém dita. É um político, um religioso, é a moda, é o modo de viver, as superstições, os preconceitos, o Padrão Condicionado. Este é o plano do Louco: Só sabe que vive. Acha que sabe e nada sabe.


O ser humano está igualado a um animal guiado pelos instintos. O sexo puxa-lhe para um lado, suas emoções à outro, o intelecto para outro, havendo assim, brigas interiores infindáveis, com infindáveis reencarnações.
O símbolo que poderíamos das ao Louco é este: * ( o asterisco). Ele não sabe qual a direção exata a tomar, vive por viver, sem saber o porquê e é levado por uma corrente alienante para os mundos infernais de sua consciência. Cada vez mais no fundo do poço. O Louco inicial é negativo, pois, leva aos vícios:
Irresponsabilidade, Fantasia, Indolência, Egoísmo, Vícios, Autodestruição.




Quando o Louco entra em contato com a religião, a considera uma superstição, algo fantasioso. Mais um local onde vai para afogar os seus anseios. Para o bem da instituição. Acha que religião é mais um programa ou hobby. Acredita em Deus porque todo mundo acredita, é herança de família. Mas nunca leu a Bíblia ou outro livro religioso e nunca ouviu falar sobre a existência de outras religiões e outros deuses. É uma locomotiva que anda somente nos trilhos da Ignorância: Não questiona nunca! Afinal, religião, futebol e política não se discute, assim dita o Sistema. E porque não?!?!

sábado, 23 de abril de 2011

OS QUARENTA E NOVE ESTADOS DE CONSCIÊNCIA - CAPÍTULO III

Capítulo III

O QUE É DEUS


O que nos mantém em conjunto é uma energia pensante que comanda e organiza todo o Universo, uma energia chamada pela humanidade de Deus.
Deus, de acordo com o “Glossário Teosófico”, quer dizer:
Theos em grego; deus em latim. É o ser supremo e inefável, incompreensível para a inteligência humana. Cada um o representa de sua maneira, pois é inconcebível uma forma real para algo além de nossa concepção de existência. Deus é o princípio de tudo, ao qual, tudo se torna. Está em tudo e em todos.

“No princípio Deus criou o Céu e a Terra. A Terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo e um vento de Deus pairava sobre as águas”.

é o início do Gênesis, porém, inicia a narração da criação de Deus, e não, da criação do Deus.
Quem criou Deus?
Na realidade, o ser humano criou Deus, ou seja, se indagou de onde veio e descobriu através de seus antepassados, que vieram de uma fonte que os criou, a qual, deram o nome de Deus. Mas de onde viria este Deus Criador do Universo?
Na tradição hebraica, existe o Ain soph, que é o Ilimitado, o infinito, o inconcebível. Dizem, que neste patamar o humano não pode penetrar com seu pensamento, não pode ser revelado ao humano a Chave do Universo. Esta tradição é a mesma utilizada pelos hindus. Para os hindus, Ain Soph é Brahma, o princípio do Universo, e dizem eles, que não existe um princípio nem um fim. Gera todo o Universo, do alfa ao ômega e depois faz retornar ao que era, no término do Kalpa. Kalpa é o nosso tempo de existência de um Universo, e também é o nome da árvore simbólica do paraíso de Indra (ou será Éden), ou seja, a árvore da vida, a qual, não deve ser revelada ao Homem do Gênesis. Podemos ver certa semelhança entre as duas tradições religiosas, isto porque elas provêm do mesmo lugar, porque só existe um Deus que criou tudo. Assim como o cristianismo foi dividido em várias igrejas dissidentes da primeira, Também Deus e sua história foram divididos e transformados durante a evolução dos tempos. Mas a idéia principal é a mesma e na Índia é bem mais explícita, explica-se o inconcebível, até onde podemos entender.
Supõe-se que nada existe, então o Céu está vazio e vago. O Céu é espaço e obscuridade sem limites, é o Abismo. Se nada existe, o próprio Deus não existe. Mas por quê?
Porque não existe nada que possa observar a sua existência. Ele não é manifesto, então não pode existir, porque não é observado. Seria o mesmo que estarmos na escuridão e não sabermos o que existe ali, mas quando se ilumina o local, sabemos que existe algo mais do que apenas a escuridão.
Somente quando Deus se observa , sente que existe, ele se cria, gera uma causa, o Mundo Causal. Gera também sua primeira manifestação de pensamento, criando o Mundo Mental. Este se expandiu e criou o Universo e à partir daí, gerando o Tempo, pois, o Mundo Causal é sentir a presença e apreciar. Deus se causa e quando o faz, gera instantes, sem eles não haveria uma causa. Sem tempo não existe causa e sem causa não há efeito. O efeito é Pensar, é primeiro pensando que o homem cria, tal como a imagem e semelhança com Deus, que pensa primeiro para depois executar o que pensou. Surge, sente que existe e pensa: Eu Sou (se É logo Existe) e inicia o processo de expansão do pensamento. Manifesto, ele surge criando e gerando energia ( esta na qual somos um aglomerado), que se transforma em Luz. Não a nossa luz, mas uma luz sutil que podemos denomina-la de Alma Universal.
Quando Deus se manifesta, surge o Verbo: Faça-se Luz! E o Som é transformado em Luz. Então, houve Luz. A luz forma o meio necessário para se propagar a energia chamada Vida.



“A princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. No princípio, ele estava com Deus. Tudo foi feito por meio dele e sem ele nada foi feito. O que foi feito era a Vida e a Vida era a Lua dos homens”
(João 1; 1-5)


Deus é a sua manifestação ativa e passiva, positiva e negativa. É ativa que se transforma em passiva e vice-versa, pois tudo no Universo oscila perante estas duas forças. Quando surge a Vida em forma de Luz, contra balanceia as energias, pois onde existe a Luz, existe Sombra, a matéria nasce desta Lei universal, é energia em maior ou menor afinidade.



Deus é energia Ativa (positiva), depois de sua ação em toda a natureza, tornando-a como um reflexo. O ser humano também é o reflexo (imagem e perfeição), também faz parte da natureza.
O ser humano era puro e equilibrado tal como seu criador. Não era e nem nunca foi um animal racional. A humanidade é formada de anjos caídos.


Houve um momento na criação do Universo que ele não desejou ser apenas um reflexo do criador e determinou que ele próprio seria um deus, pois, sentia que existia e queria expandir seu mundo tal como imaginara. E o Homem tal como o criador, fez tudo. Fez o mundo à sua semelhança, à sua imagem. Nesta mudança de existencialismo, o homem encontrou a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, o Livre Arbítrio, sendo que poderia discernir o certo do errado.
Com este poder revelado, o homem é obrigado por leis kármicas incorporar algo mais denso, pois quanto mais distante da Luz Primordial, mais denso é o Universo. Existe mais matéria e menos Luz.



Com a incorporação física, o homem que era um ser equilibrado, com mente e alma trabalhando em conjunto, passou a ser levado pelos interesses de sua alma, a regente das emoções. O corpo físico capta todas as energias densas com os cinco sentidos e estes são ligados às emoções e ao prazer. A alma dominando o corpo e a mente criou um escravo das formas-pensamento que dominam a vida do ser humano atual. Estas formas-pensamento são as raízes do Egoísmo em seu corpo Mental, as raízes dos vícios.
O Homem pensa: Eu Sou! E se transforma, cristalizando o egoísmo em seu corpo Mental. A união da Mente e do Corpo regidos pela Alma.
No caminho que hoje estamos, o nosso mundo se adensará cada vez mais até tornar-se insuportável a vida como é, e o nível de violência agravado pelas personalidades corrosivas. Será horrível. Com guerras, assassinatos, doenças e tudo o que pode existir e o que não existe ainda e está por vir, contra a evolução.
Por isso, nós temos um Dever.
Qual é o Dever de todos?

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domingo, 17 de abril de 2011

CAPÍTULO II - O QUE SOMOS?

CAPÍTULO II

O QUE SOMOS?

Sabemos que somos seres vivos é necessitamos manter esta vida. Não sabemos certamente o porquê de querermos viver, de continuar sendo um ser pensante. As pessoas vivem, mas não se indagam do por que da vida, vivem e sabem que vivem, porém caminha junto com o mundo e com a natureza, deixando a estes, toda a incumbência de levá-los para onde queiram. Será que nascemos para apenas seguir o caminho da vida? Será que tudo o que foi escrito por Seres Humanos antigos e sábios (que hoje são admirados) têm valor perante esta vida? Será que não existe uma explicação para sermos uma vida e sabermos justamente que vivemos, sentimos que somos vivos?
Quando o Ser Humano descobriu que era um ser vivo, foi expulso do Paraíso, ou seja, já não era inocente e não vivia de acordo com as energias da natureza. Descobriu que vivia e queria saber por quê. Porque existia a vida e a morte e qual o significado da morte?
O Ser Humano sabia que necessitava de alimento para manter esta vida, isto lhe era fato. Mesmo não tendo a consciência da vida o Ser Humano, por instinto, tinha que se alimentar para manter a vida. Quando se sentiu e percebeu que vivia, entendeu que necessitava de alimento. Mas o quê? O Ser Humano percebeu que sem os agentes da natureza nada se tornava vida. Eram necessários o Sol, a Lua, a Chuva, a Terra e suas ações para que nascesse algo na natureza.
Tudo na natureza é energia. O alimento é energia, os astros são energias, a chuva, a terra e a própria ação de plantar. Estas energias da natureza foram se transformando em Mitos, dos quais, alguns povos deram uma forma humana, como os Gregos. Outros davam formas metamorfoseadas, como os Duendes, os deuses egípcios e outros seres que alimentam a nossa imaginação humana.



Mas será que são apenas fantasias populares?
É certo que não! Estas energias estão sendo comandadas por algo. A natureza não é um caos organizado, ela se transmuta e trabalha pela lógica e tem os seus ciclos energéticos. Assim, o Sol, a Lua, as Chuvas, a Terra, os Seres Humanos, são guiados por ciclos e épocas. Tais como, época de chuva, época de sol, época de lua cheia, etc. Este movimento faz com que esta energia seja inteligente, ao contrário, não haveria de existir os ciclos. Estes ciclos são conhecidos desde a antiguidade. Na China simbolizada pelo Yin/Yang, onde não existe extremo Yin ou extremo Yang, os dois se completam. O ciclo era conhecido na idade média como a Roda da Fortuna. Na Bíblia é indicada como a Roda de Ezequiel. Na Índia era conhecida como a Roda do Sansara e ainda como a roda do Karma, como é conhecida ainda hoje pelos espíritas kardecistas. Esta lei dos ciclos age conjuntamente com outra lei muito conhecida por todas as religiões. É a Lei de Ação e Reação. Isaac Newton descobriu que toda ação gera uma reação e a aplicou no mundo físico, mas esta lei também é valida para o mundo espiritual. Toda ação gerada por um ser evidentemente, terá sua reação. Se uma pessoa passa sua vida bebendo de bar em bar, está deteriorando o seu corpo físico com o excesso, algumas partes do organismo. Em conseqüência a este excesso, algumas partes do organismo serão afetadas por esta natureza estranha ao seu funcionamento, até que seja eliminada por forças externas ao organismo.
Esta mesma lei pode ser aplicada ao plano Astral, onde o vício constrói uma casca em volta da Aura da pessoa, impedindo-a de obter as forças energéticas da natureza para eliminar este vício. Se a pessoa está ligada ao vício, esta ação (ser um viciado) encontrará uma reação (encontrar-se com o vício). Ainda, no plano mental, existe todo o pensamento em tal vício, a pessoa estará ligada ao vício, pois este reagirá ao pensamento, coibindo o indivíduo a procurá-lo. Se o indivíduo largou de beber, mas pensa em bebida, ele ainda é um viciado. Porque toda ação gera uma reação.
Em cima disto, podemos dizer que um indivíduo que ficou dez anos de sua vida perdido neste vício, terá uma reação contrária durante outros dez anos. Mesmo libertando-se do vício, este virá em sua mente ciclicamente, orientado pela lei do karma, que vem lhe cobrar até que seja eliminado todo o karma do vício. Estes ciclos do vício testam o livre arbítrio que o ser humano herdou quando deixou de ser inocente e tornou-se um ser pensante e criador igual a Deus. Por isso na Bíblia esta escrito que o ser humano iguala-se à Deus, ele já não é apenas uma criação, é a imagem e semelhança. Note bem que o ser humano é a imagem, ou seja, é um reflexo de Deus, não igual, mas semelhante. Poderíamos comparar o ser humano com um espelho que inverte a obra de Deus.
Poderíamos também representar nossa vida num gráfico, onde as ações fazem com que a parábola caminhe para uma forma boa ou má:



Toda ação negativa ou positiva terá um início dentro de nossa vida, donde virão as conseqüências que atingirão um clímax para depois diminuírem e suas conseqüências abrandarem-se.
Como vemos, tudo é comandado por energias que são comandadas por algo que as fazem obedecerem a certo ciclo. O Universo todo é formado por estas energias em movimento cíclico, em maior ou menor escala e o ser humano também se enquadra nesta lei, pois, como dissemos anteriormente, somos reflexos e semelhantes ao Criador e ao Universo.
Somos um aglomerado de energias armazenadas e comandadas à obedecer um certo ciclo.
Albert Einstein com suas teorias, mostrou ao mundo que tudo é energia e são relativas entre si, estas, existem em várias escalas de espaço, tempo e dimensão. Existem energias físicas e utilizáveis pela humanidade, existem energias astrais que estão sendo estudadas por meio das fotos Kirlian e pela Acupuntura e existem energias mentais que estão sendo estudadas e que geralmente comandam as criações do Universo.
Se somos um aglomerado de energias, o que nos mantém em conjunto? Porque existe um ciclo à obedecer?