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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

EM BUSCA DO HERÓI



chargedodiemer.blogspot.com

EM BUSCA DO HERÓI

Olhando pelos sites com suas compactadas notícias, eis que estava lá, algumas linhas sobre o “Rei Roberto”.
“Pensei com meus Botões”, porque se diz que Roberto Carlos é rei?
Rei do Rock, jamais. Quem gosta de rock gosta muito mais de Raul Seixas.
Entre os bregas, temos Reginaldo Rossi e Amado Batista, que são ouvidos pela massa, e seus shows não são dentro de maracanãzinho, dentro de ricos cruzeiros marítimos ou dentro de ricas empresas televisivas.
Será a falta de herói que leva à criação de reis de nada e que reinam no nada?
Confesso que até gosto de algumas músicas do “Rei”, mas nada de tão grandioso e tão heróico. O mesmo se aplica a todos os reis e rainhas que a mídia “escolhe” para reverenciar. Reis e rainhas que só o são pelo poder da mídia criada por trás.
Mas o importante é pensar o quanto somos enganados pelos meios de comunicação. Por coisas que são faladas mas que traduzidas revelam 10% de tudo que está por trás. Enquanto muitos foram expulsos e mortos para tentar mudar o mundo (chegando tarde demais na conclusão, que só se muda quando o poder quer), havia os que de bom grado buzinavam os calhambeques na Rua Augusta.



quemtemmedodolula.wordpress.com

Então, voltaram para casa os filhos pródigos e como bons filhos, calaram-se. Receberam os seus títulos de reis e rainhas e aderiram à rodada de pizza.
Quantas histórias e quanto engano. Será que a Europa em sua corrida pelo além mar acreditava na “Terra Quadrada”? Colombo era um simples aventureiro?
Olhando o conflito entre Israel x Palestina, não dá certo ar de “eu já conheço esta história”?
Mas a humanidade necessita de heróis. Há até quem diga que a gripe suína foi criada pelos americanos (que têm mania de herói) e jogada no México para dali propagar pelo mundo. Depois surge um cientista de uma marca famosa dizendo que tem a cura. Assim como a cura antiterrorismo e antidrogas, olhando o cisco no olho do vizinho e não enxergando a trave dentro dos olhos dos jovens de seu país. Jovens estes que desde a segunda guerra acham que são heróis e criaram super-homens e capitães américa e uma vasta coleção de super-heróis.



pedroleite.com.br

Estes, ainda acreditam nesses heróis. Do lado de baixo a coisa é pior. Os heróis são os milionários jogadores que vivem na Europa ( o Olimpo) e que participam da empresa “Seleção Brasileira S/A”. Os Globetrotters do mundo moderno.





tntnet.webs.com


Existem ainda as barbies tupiniquins, todas com nomes de frutas. As heroínas da massa, as “cachorras” com dono. Heroínas que com seus peitos de borracha e suas bundas abundantes, são as heroínas das novas revistas em quadrinhos, quadrinhos feitos no photoshop.



blogdopedronelito.blogspot.com

Geralmente, juntam-se heróis e as heroínas criando um novo mito olímpico. O mito de que a colônia se tornou Reino, onde reina reis, rainhas, heróis e heroínas, cada um no seu quadrado.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

ESTAGNAÇÃO RELIGIOSA



Pessoas criam idéias, uma panacéia tirada da cornucópia, teorias
gastas, dogmas criados para colocar cabresto nas suas idéias, um ópio
que nunca acabou, mas aumentou, com seus novos donos, com suas
palavras novas retiradas de idéias arcaicas,limitando a evolução mental
em regras, cheias de costumes criados para serem dogmas,
para o enriquecimento religioso dos que querem manter suas instituições
acima de todas as outras, em detrimento à superioridade da verdade verdadeira.

E se criam religiões para os gostos ávidos da humanidade pobre em verdades
E de desejos de saber a verdadeira Sabedoria, acreditando em tudo que vê e ouve
E agradecem Deus pelo que lhe foi dado.




Mas o questionamento da fonte que lhe foi imposta não merece ser molestada.
A heresia é uma prostituição do que não deve se profanar.
Mas a profanação da Verdade só pode ser realizada pelos Fariseus modernos.

Os dogmas e as regras estão superiores à verdade e esta,
Acaba se tornando heresia, e os que falam a verdade e questionam a verdade
Que está atrás das regras e dos dogmas são dignos das antigas fogueiras
E do ódio teológico onde Deus se torna diferente e cada um tem o seu,
Sendo que geralmente o do outro lado se torna um deus diabo.




Mas esta estagnação religiosa não será uma estupefação da verdadeira divindade?
Cansado de tratar de egos inflados de idéias e regras para conhecer algo que
Deveria ser tão simples?

Um novo impulso espiritual seria necessário e uma nova consciência,
Para uma nova humanidade, mais questionadora, menos ligada aos dogmas
E regras das grandes instituições religiosas espalhadas pelo planeta,
Onde, ao invés de falar em união, acabam pregando a desunião.

O que deveria ser um auxílio para o amor e a compaixão,
Tornou-se uma guerra para saber quem é mais “divino”.
Deus não é mais único e absoluto, é uma partícula que se divide
e todos os dias surge mais um átomo desta grande cadeia de vida eterna.

Talvez, os antigos hindus estejam certos e Deus esteja jogando o Mahalila,
o grande jogo, brincando com os que não entendem suas regras óbvias
e que está em qualquer religião: Amor e Compaixão.
Não só por aqueles que acreditam na sua verdade, mas por aqueles que têm uma verdade diferente, como todos os outros que estão no mundo,
Cada qual, com sua impressão digital, com suas idéias, suas ações, suas religiões.
Lembrando uma frase do Cristo:
“É preciso nascer de novo!”


AMIT GOSWAMI



Amit Goswami, físico, doutorado em física nuclear, nasceu na Índia, filho de um guru hinduísta. Foi pesquisador e professor titular de fisica teórica da Universidade de Oregon, nos EUA, por 32 anos a partir de 1968.

Após um período de crise na carreira, mudou seu foco de pesquisa para cosmologia quântica e aplicações da mecânica quântica ao problema da relação mente-corpo. Publicou o polêmico livro A Física da Alma. Alia em seu trabalho o conhecimento de tradições místicas com exploração científica, buscando unificar espiritualidade e física quântica. Participou do filme chamado Quem somos nós? (What The Bleep Do We Know? em inglês) e que se tornou sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, sendo também muito difundido em DVD no Brasil.

É também autor de outros livros traduzidos para o português como A Janela Visionária, O Médico quântico, e O Universo Autoconsciente.




Foi materialista dos 14 aos 45 anos de idade, mas a impossibilidade de conciliar o problema da consciência com o fato de que tudo (inclusive a consciência, na concepção da ciência materialista) provém do colapso da onda de possibilidades o levou à meditação e à busca da conciliação da ciência com a noção oriental de consciência.

Partindo de princípios da física quântica como o movimento descontínuo, a não-localidade e a causalidade descendente (a necessidade do observador para o colapso da onda de possibilidade em realidade), Goswami amplia teoricamente essa visão e a aplica a vários domínios da realidade.

Assim, esboça uma proposta de estudo da evolução das espécies em saltos, baseando-se nas lacunas dos achados fósseis entre as espécies conhecidas. A explicação para essas lacunas estaria na necessidade de que se acumulassem mutações em quantidade e qualidade suficientes para que uma nova espécie possível colpasasse a partir das possibilidades internas acumuladas.

No estudo da mente, afirma a impossibilidade da consciência como epifenômeno da matéria, porque neste caso ela não poderia ser causativa. A consciência a que se refere Goswami não é, claramente, a individual, que ele considera na linha da tradição filosófica hindu como uma ilusão criada pela história pessoal. A consciência, como a mente, são um todo - por este motivo é que existe apenas uma razão, uma matemática.
(Wikipedia)


Para que quer conhecer o trabalho do Físico:

livro:(aprendi fazer o link, até que enfim)

http://www.mediafire.com/?n4n4ugzylxm

Veja o primeiro capítulo da entrevista que ele deu para o programa Roda Viva, da TV Cultura (para ver mais: busque no You Tube pelo nome do Físico):

http://www.youtube.com/watch?v=nzfIwwp3Gc8

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

ESTAÇÕES




Mudaram as estações, e a humanidade não consegue sintonizar.
As rádios que tocavam musicas falando de índios, hoje abrem sintonia para a verborragia religiosa.
O trem passa pelas estações carregando pessoas inertes, se congelam entre uma estação e outra.
Parados, imobilizados pela obrigação da rotina.
Uma pedra no sapato, ou uma pedra que derrubou o gigante, é a mesma pedra que foi colocada em cima do assunto.
Mas ainda falam de ecologia, e ainda falam de desmatamento, falam de poluição. Sonora? Visual? Dos rios ares e mares?




As estações passam e a humanidade envelhece, se esquece das coisas que já passaram, por onde o trem já passou.
Pela Lua que o homem pisou, a quantidade de gente que matou.
Por amor, por Deus, pelo país. Qual será a nova sintonia?
O radio não toca música, mas gera suas vítimas.
Estamos livres das gerações atômicas?
Seremos escravos da idiotice? De palavras jogadas ao vento?




A arte perdeu seu lugar para o que se diz cultura.
Nossa vida passa feito uma prostituta. Responderemos processos pelos próximos preconceitos? Haverá uma nova inquisição?
A liberdade de pensamento só é liberta quando somos escravos, não podemos passar o limite daquilo que está imposto, e se paga o imposto de se viver fora da sintonia.
Quem sabe com a mudança das estações.
Quem sabe o trem para em um novo lugar.
Onde ar, água, terra e fogo vivam em harmonia.
E a música da banda não seja coisa do diabo,
E que o diabo esteja ocupado em buscar sua própria sintonia!
Graças a Deus!!!!



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

FOHAT



FOHAT

Na imensidão de tudo que está no olhar,
A chama da vida está a te vigiar,
A luz que faz vivente a profunda escuridão,
O poder elétrico que penetra em seu coração.

Nada que existe está sem vida e movimento,
Tudo tem seu tempo, um ciclo de desenvolvimento,
A morte não jaz em parte alguma do Universo,
É apenas a sensação de um pensamento reverso.

Nada foge do seu olhar cheio de luz,
Nem mesmo aquele que a treva conduz,
Nem mesmo aquele que pensa estar moribundo,
Dentro de suas ilusões, perdido em seu mundo.

Abre-se a porta e a corrente de energia clareia,
Existem muitas pessoas deixando suas marcas na areia,
Só não enxergam os que não querem ver,
E sentir a verdade que não pode esquecer.


Biosofia
Para uma nova compreensão da Vida, do Universo e do Homem

Fohat
Fohat é uma palavra tibetana que designa um dos conceitos mais importantes da Cosmogénese Esotérica. Tem o seu correlato no Eros da Mitologia Esotérica, no Apãm-Napât (”Filho das Águas”) dos Vedas e do Ahura-Mazda, no Daiviprakriti das Escolas Filosóficas Hindus, particularmente da Samkhya, e em Toom e Khepera do antigo Egipto.
“Fohat é uma coisa no Universo ainda não-manifestado e outra coisa no mundo fenomenal e cósmico” 1.

No Imanifestado
No Imanifestado, ou seja, antes da formação de Cosmos objectivos, Fohat é latente e coeterno com Parabrahman e Mulaprakriti. Parabrahman (Para: além de; Brahman: o Ser Cósmico) é a Consciência Absoluta (ou a Inconsciência Absoluta de qualquer coisa em particular). Mulaprakriti (Mula: raiz; Prakriti: natureza, substância) é a raiz pré-cósmica da substância universal, a natureza caótica antes da organização do Cosmos. Movimento Absoluto, Força Absoluta de União (entre) Consciência e Substância, Fohat mantém absolutamente unidos Parabrahman e o seu véu Mulaprakriti. Movimento Absoluto no (Não-)Ser Absoluto, une sem unir (pois nada existe separado), tal como se move sem se mover. Mas, sendo Fohat o “incessante poder destruidor e formador” 2, que simultaneamente une e separa, liga ou des-liga; sendo Fohat o desejo criador (que no domínio cósmico é Kama-Eros) que impele para a manifestação, do seio do Todo Ilimitado (em si mesmo, Imanifestado), ciclicamente 3 ele aparta os protótipos do Pai e da Mãe, do Pensamento e da Matéria, da Subjectividade e da Objectividade (Intra)Cósmicas, Parabrahman e Mulaprakriti - que, como tais, são (simultaneamente) Pai-Mãe 4, Pensamento-resultado do Pensamento, Sujeito-Objecto.

No Manifestado
Então Fohat torna-se o Raio Divino de inesgotável potência criadora que incute o Pensamento Divino Absoluto (ParaBrahman) no seio da proto-Mãe (Mulaprakriti). Ele volve-se de Filho em Esposo (processo que encontramos nas mais diversas Mitologias). O processo que dará lugar à construção do Cosmos, iniciou-se, com o despertar do até então latente Primeiro Logos. “A princípio, dormindo no seio de Mulaprakriti é então seu Filho. Assim que desperta, torna-se seu Esposo e o "Pai-Oculto", jorrando a energia universal chamada Shekinah na Cabala e Daiviprakriti no Bhagavad Gita” 5. O Primeiro Logos serve somente como um centro transmissor de força, a Luz do Logos, cuja fonte é Parabrahman. E este último, “tendo aparecido por um lado como o Ego [sujeito activo consciente] e por outro como Mulaprakriti, actua como a energia una através do Logos” 5. Esta energia, a Luz do Logos (ou Verbo de Parabrahman) é Fohat-Daiviprakriti.


COSMAS INDICOPLEUSTES

Houve um tempo que a Terra era quadrada,
E o céu era a tampa de um grande baú,
Antigas lendas de uma mente iluminada,
Esperando notícias das expedições do sul.

Houve um tempo que havia no mar uma grande serpente,
Ouroboros atravessando os mares de Hy Braesel,
No além mar o paraíso de um santo vidente,
Atlântida perdida nos mares do Brasil.

No mapa quadrado, de acordo com a crença imposta,
Uma topografia cristã, como o monge dizia,
Como um prato de sopa seria a crosta,
Com enfeites bordados para os deleites da heresia.

Longe dali havia um paraíso no Oriente,
Mas o Oriente contínuo vira Ocidente,
E o que era paraíso vira inferno,
O que era temporário se tornou eterno.

Em seu mundo redondo a humanidade continua,
Buscando suas raízes sem encontrar a verdade,
Mesmo que esta esteja se tornando sua,
O homem procura primeiro saciar sua vaidade.






Cosmas Indicopleustes era um ex-mercador que trocou o comércio pelo hábito, escreveu no ano de 547 o livro chamado "Topografia Cristã" no qual expunha sua visão geográfica do mundo baseada em interpretações literais da Bíblia. Cosmas imaginava a Terra como um grande baú, sendo o firmamento a "tampa" deste baú, e ridicularizava a crença pagã numa Terra redonda com os velhos argumentos de pessoas de ponta cabeça, chuva caindo para cima, etc.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009


Para quem gosta de uma boa leitura e acha que os livros são ainda muito caros. Uma nova versão de bolso do livro "A Profecia Celestina - James Redfield", saiu pelo preço de R$12,90.

para quem não conhece o livro e sempre teve curiosidade em ler.
Sinopse:
Inspirado num antigo manuscrito peruano, A PROFECIA CELESTINA é uma parábola repleta de verdades fundamentais. O livro contém segredos surpreendentes . São as nove visões, que nos aproximam de uma nova e emocionante imagem da vida humana. A Profecia Celestina vai lhe trazer esperança e muitas surpresas. Você vai perceber como as previsões reveladas neste livro podem ser associadas aos fatos mais importantes do nosso século, e também ao nossos relacionamentos mais íntimos. Obras como esta iluminam nossa compreensão do futuro, nos ajudando a compreender o salto que que o homem se prepara para dar, quando chegar o próximo milênio.

domingo, 22 de novembro de 2009

LICANTROPIA E ALIMENTAÇÃO




LICANTROPIA E ALIMENTAÇÃO


Desde as primeiras religiões das quais sabemos, o ser humano sempre acreditou na existência do espírito ou da alma, sem definir muito bem o que é um ou outro, mas tem em mente que não existe só o corpo físico. Pelas diversas religiões de hoje e até por alguns experimentos de laboratório, tais como, fotos kirlian, radiestesia, homeopatia, hipnose, a maioria das pessoas acreditam na existência da algo mais que um corpo físico.
Os que acreditam em algo mais buscam na religião explicações, e já ouviram falar em algum lugar, de corpo astral, corpo glorioso, perispirito, fantasma, espectro, corpo ectoplásmico, não importando se referem tudo à mesma coisa. O que interessa é que existe algo mais.
Também, as diversas linhas de pensamento sabem que ao morrer não nos desfazemos de imediato de nossa personalidade. Católicos e Evangélicos acreditam que não nos separamos do corpo. A maioria dos que acreditam em reencarnação, acreditam que existe uma parte de nossa personalidade que nos acompanha, ou seja, mesmo depois de morto o corpo físico existe uma certa essência daquilo que fomos.
Se nós levamos uma parte do corpo físico para o plano astral, também deixamos no mundo físico partes do corpo astral. Tal é com as curas espirituais, os passes magnéticos, reiki, e por outro lado, os trabalhos de magia negra, onde se usa as energias astrais para criar um efeito físico.
Na idade média, as verdadeiras bruxas ligadas à magia negra ou branca, sabiam que através do uso de sapos, lobos, gatos, corvos e outros animais, poderiam criar, pela magia, um efeito psíquico e hipnótico, que para aqueles mais sensíveis se tornavam realidade. Alimentando-se desses animais e/ou do seu sangue, as bruxas criavam um vínculo com a alma daqueles animais, usando suas propriedades para transformar-se momentaneamente em animais, isto é, a chamada Licantropia. Não havia apenas Lobisomens, mas diversos tipos de misturas entre animais e humanos. É um tema também vasto na mitologia grega, e um tema ainda vivo entre os índios de diversas partes do mundo.
Se as velhas bruxas sabiam como encantar através da energia de um animal, fazendo transformações horripilantes, algumas relatadas nos livros antigos e nos escritos de autores mais novos, como o “Isis sem Véu” de Helena P. Blavatsky, o que ainda existe hoje em qualquer prato?
Quando nos alimentamos de carne, não devemos ver apenas um pedaço físico de carne, devemos saber que ali existe uma outra energia. A energia da alma do animal sendo comido. A energia animal que é ingerida tem o dom de se ajuntar à energia animal humana e tornar o humano mais animal do que humano. Se as pessoas acreditassem na influência das energias, tal como Einstein descreveu, isto é, “a energia é igual à massa (corpo) multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado” (o corpo gera ou se transforma em energia e vice-versa), saberiam porque a humanidade está cada vez mais violenta e animal.
E para aqueles que acreditam na evolução espiritual, devemos lembrar que um animal é chamado como tal, porque possui alma (do latim anima), ao contrário das plantas, que não têm este sentido ainda. Aquele que possui uma alma, têm sentidos, sentimentos, desejos, amores, ódios e sonhos. Quando matamos um animal, influímos em sua evolução e atrapalhamos a nossa.
Antes de comer um animal pense bem no que representa este ato. Quem será que disse que o animal é bom de se comer? Porque existem pessoas que não vivem sem carne? Porque dizem que necessitamos de proteína animal se existem pessoas em várias partes do mundo que não se alimentam desta proteína, e pelo contrário, vivem até mais que os que se alimentam de carne?
Pense!!! E questione!!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009




REENCARNAÇÃO

Em 1974, o astrônomo Brandon Cartes surgiu com uma idéia totalmente diferente para os parâmetros da ciência. Trata-se do “Principio Antrópico”, no qual se fala de um Universo sendo criado com o propósito de ser um cenário para o desenvolvimento da vida. Surge nesta época uma nova aproximação entre ciência e espiritualidade que continuou com outros autores, tais como Frijof Capra, com o “Tão da Física” e os seguintes que abordam o mesmo assunto.
Outra questão que anda dos dois lados é o famoso “Big Bang”, ou respiração de Brahma, onde a ciência e a espiritualidade, principalmente dos antigos livros hindus, falam de um início que se expande e cria o Universo em movimento e em constante criação e transformação. Lembrando ainda que a física diz: “Na Natureza nada se cria, tudo se transforma”. Se é assim, este Universo que se transforma segue o mesmo caminho de tudo que está contido nele, ou seja, a deterioração.
Diz a ciência que haverá um “Big Crunch”, o grande esmagamento final. O Universo que estava em expansão retornará, na respiração de Brahma, ao ponto inicial, causando um colapso do Universo e seu desaparecimento. O físico David Bohm diz que esta ficará num nível implícito, oculto. Que seria o mesmo que o Akasha, o plano Arquétipo, ou ainda, numa consciência coletiva superior, o Pralaya.
Até que em algum lugar no tempo ou no não tempo, comece uma nova fase de expansão, iniciando mais uma respiração, com sístole e diástole novamente. O Manvantara.
Se a matéria que conhecemos, inclusive nosso corpo, é formada por restos de estrelas que morreram, temos uma explicação científica sobre a reencarnação, ou seja, o que existiu um dia faz parte do que somos e o que fomos num “Big Bang” anterior pode estar chegando no que somos hoje.
Se partirmos da idéia de que existe algo mais do que a matéria, ou seja, um espírito. E que tudo que existe está dentro deste espírito, podemos dizer que deve existir algum propósito para que o Universo conspire para que a vida exista e evolua. E evoluir é uma constante transformação. E não há nada mais transformador do que este espírito universal fazer a matéria fluir e se transformar, desintegrando-se e novamente se integrando num grau de evolução diferente, seguindo a teoria da evolução das espécies.
Se o Universo pode se expandir, se desintegrar e depois, voltar a ser físico, por que não acreditar na reencarnação?

Texto baseado em matéria da Revista Planeta de Novembro de 1997, feita por Carlos Cardoso Avelini.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cleptocracia


Muitos podem estar perguntando: O que política tem a ver com religião? Tem muito, porque a religião por nós conhecida também é um tipo de política e visa interesses desta instituição. Antigamente coroava e destronava reis e ainda hoje tem muito peso sobre as decisões de como e onde a humanidade deve caminhar. Podemos ver no mundo árabe a figura de Alah atrás do terrorismo. Não que esteja, mas faz parte de uma filosofia humana, dos que não acreditam estar fazendo terrorismo e acham terrorismo um outro país querer ditar suas leis e o seu modo de vida. O terrorismo depende do olho que vê, assim como o governo e a política. Infelizmente a política vai caminhando para uma Cleptocracia, onde a preocupação maior são com os lucros que cada um que participa desta política irá ganhar. Não se pensa em Moral, e meios de combater violência, problemas com saúde e muitos outros que são ligados ao povo e ao seu bem estar. Gastam-se bilhões com Pão e Circo e os problemas ficam para trás. Dizem: "O povo precisa de diversão". Tudo bem, precisa. Mas não às custas do depreciamento de sua vida em prol de políticas de boa vizinhança, de produzir bilhões de dólares, produzir alimentos que são exportados enquanto o povo passa fome. Isto é falta de um princípio religioso, seja qual for. Religião no sentido de ver todos como um só, a humanidade. Independente de credo ou não credo, mas saber que aquela voz da consciência que diz que está agindo errado deve ser ouvida e, quem sabe, mudar as atitudes, respeitando outros indivíduos e suas carências e trabalhar para um bem comum, ético e moral.

Cleptocracia

A palavra Cleptocracia, de origem grega, significa literalmente “Estado governado por ladrões”. A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transfomar esse poder político em valor econômico, por diversos modos.

O Estado passa a funcionar como uma máquina de extração de renda ilegal da sociedade, isto é, população como um todo, em contraposição à máquina de extração de renda legal, o sistema de cobrança de impostos, taxas e tributos dos Estados que vivem em um regime não-cleptocrático.

Todos os Estados tendem a se tornar cleptocratas se não ocorrer um combate real pelos cidadãos, em sociedade. Em economia, a capacidade de os cidadãos combaterem a instauração do Estado cleptocrático é fortemente correlacionada ao capital social da sociedade.

A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Este poema tem a ver com a realização da humanidade em seu interior. É a gestação de uma nova consciência e de uma nova vida, um novo começo, uma nova luz. Isis Urânia é a própria Mãe Terra, que cria o meio em que vivemos e prostituímos com nossa ganância e desejo desenfrado. O desenho não está tão bom, mas eu chego lá.





ISIS URANIA

Do sumo da maçã o homem nasceu, um veneno doce e confuso,
As palavras se escondem e se perdem em seu escasso uso,
Mas o homem continua em sua sede pelo sumo da maçã,
Criando um mundo artificial, mal resolvido no divâ.

A virgem está grávida e mais uma vez surge a luz,
Mais um filho de Deus que espera em frente da cruz,
O fardo é pesado e difícil de agüentar,
A Lua está cheia e a virgem busca um local para sentar.

A Terra se prepara para uma nova mudança,
A humanidade traz para si uma nova criança,
E renasce o mundo com muito mais esperança,
E o que existiu ficará apenas na lembrança.

Não se pode agradar o que está em oposto,
Não se pode discernir o estranho gosto,
E a maçã apodrece antes de gerar seu fruto,
Choram os homens e os anjos ficam de luto.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

The Wall



Seguindo com o tema Muro da Vergonha, não podemos esquecer o grande sucesso do Pink Floyd:


Another Brick In The Wall (Pt. 1)

Daddy's flown across the ocean,
Leaving just a memory,
The snapshot in the family album,
Daddy what else did you leave for me?

Dad, what you leave behind for me?
All in all it was just a brick in the wall,
All in all it was all just bricks in the wall.





Another Brick In The Wall (Pt. 1) Tradução Livre

Papai vôou através do oceano,
Deixando apenas uma memória,
A foto no álbum da famíliaa,
Papai, o que mais você deixou para mim?

Pai, o que mais você deixou para trás para mim?
Tudo em tudo era apenas um tijolo na parede,
Tudo em tudo era tudo: apenas tijolos na parede.

veja video:
http://www.youtube.com/watch?v=M_bvT-DGcWw

Another Brick In The Wall (Pt. 2)
We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall.
All in all you're just another brick in the wall.

We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave those kids alone!
All in all it's just another brick in the wall.
All in all you're just another brick in the wall.


Outro Tijolo no Muro (Pt. 2)

Nós não precisamos de nenhuma educação
Nós não precisamos de nenhum controle de pensamento
Nenhum humor negro na sala de aula
Professores, deixem essas crianças em paz
Ei! Professores! Deixem essas crianças em paz
Em suma, é apenas um outro tijolo no muro
Em suma, você é apenas um outro tijolo no muro


Nós não precisamos de nenhuma educação
Nós não precisamos de nenhum controle de pensamento
Nenhum humor negro na sala de aula
Professor, deixe essas crianças em paz
Ei! Professor! Deixe essas crianças em paz
Em suma, é apenas um outro tijolo no muro
Em suma, você é apenas um outro tijolo no muro

http://www.youtube.com/watch?v=LUASiDg-kg4

Another Brick In The Wall (Pt. 3)
I don't need no arms around me
And I don't need no drugs to calm me
I have seen the writing on the wall
Don't think I need anything at all
No! Don't think I'll need anything at all
All in all it was all just bricks in the wall
All in all you were all just bricks in the wall.

Um Outro Tijolo no Muro (Parte 3)

Eu não preciso de nenhum braço em volta de mim
E eu não preciso de nenhuma droga para me acalmar
Eu vi a pichação no muro
Não pense que eu preciso de coisa alguma
Não! Não pense que vou precisar de coisa alguma
Em suma, todos foram apenas tijolos no muro
Em suma, todos vocês foram apenas tijolos no muro

http://www.youtube.com/watch?v=Dbh_k5GLRuQ

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A QUEDA DO MURO DA VERGONHA



O mundo todo está comemorando a queda do Muro de Berlim, mas na realidade seu significado continua e será muito difícil apagar da humanidade esta ferida aberta: a segregação racial.
Da antiga Berlim, restam ainda as dores daqueles que viveram nos tempos da divisão. Segundo estudos feitos pelo cientista político Oskar Niedermayer da Universidade Livre de Berlim (Freie Universität Berlim), existem muitos que têm saudades da antiga divisão e outros vêem com preconceito os cidadãos do outro lado. Isto, tanto faz os da antiga Alemanha Oriental ( Ossis), como da Alemanha Ocidental ( Wessis).




Na realidade, ainda continua existindo uma segunda Alemanha, a dos menos favorecidos, tal como os Estados Americanos que são povoados pela maioria negra e latina.
Mas a coisa não para por aí. Em Israel, país que foi segregado e massacrado por esta mesma Alemanha, segue os passos fielmente do mesmo tipo de segregação que sofreram. Como se não bastasse a segregação e o preconceito enraizado nas mentes da população, decidiram também fazer um muro nos moldes de Berlim. O chamado Muro da Cisjordânia separa Israel da Cisjordânia entrando por 12km dentro do último, sob alegação de existirem colônias judaicas em alguns lugares neste trecho, ou seja, cerca de 10% do território será perdida. E ali, esta porcentagem é como se fosse o estado inteiro do Amazonas. Em 2004, o Tribunal Internacional de Justiça declarou ilegal esta barreira, já que isola cerca de 450.000 pessoas não judias, segundo fontes da internet.




Não é de hoje que se fala de atrocidades entre Palestinos e Israelenses e que sempre quem leva a pior é o lado mais fraco, ou seja, a Palestina, que não tem apoio nenhum da grande Organização das Nações Unidas, que deveria se chamar Organização do Império Europeu para o bem da comunidade européia e seus afins (EUA).



Não devemos esquecer que os Americanos têm o seu muro, separando suas fronteiras com o México, onde alguns nacionalistas se divertem massacrando e matando pessoas que tentam cruzar suas fronteiras.



Mas as fronteiras podem cair e os mais poderosos avançarem e tomarem os territórios dos menos favorecidos, como aconteceu no Iraque, onde os americanos estão até hoje (o que será que estão fazendo lá?), a China no Tibet, expulsando seu Papa, o Dalai Lama. Os países africanos que foram divididos entre os europeus não respeitando as etnias que ali viviam. E a própria Israel, que foi criada depois da Segunda Guerra Mundial, não respeitando o que ali já existia. Mas enfim, isto é a humanidade e a segregação sempre existirá enquanto houver idéias de Estado soberano, vemos estas divisões até em países civilizados como a Espanha, com seus Bascos e Catalões e mesmo no Brasil, onde os indígenas não são ainda considerados parte do povo brasileiro, onde as leis do papel são diferentes da realidade. E a segregação continua. A humanidade pensa em festejar a derrubada de um muro, enquanto cria outros. Muros que não serão martelos, ou foices que derrubarão, pois, apenas quando desaparecer as diferenças é que surgirá uma humanidade de verdadeiros Seres Humanos. Até lá, é só esperar e rezar para o mundo não acabar antes.

domingo, 8 de novembro de 2009

Um Revolucionário do Pensamento Religioso




Joseph Campbell neste seu livro mostra a verdade atrás dos mitos bíblicos. Aborda a religião de uma forma diferente e explicativa para aqueles que buscam mais do que histórias surrealistas. Campbell e seu pensamento, revoluciona a religiosidade humana, criando um novo caminho de visão sobre qualquer religião existente nos pontos mais distantes do globo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Terra X Homem

Quem acabará com quem?
A humanidade acredita que com seus meios artifíciais pode dominar a Terra, mas em seu avanço neste domínio o que está conseguindo é a devastação de ar, terra, subsolo e oceanos. Podemos ver o rastro humano em todos os lugares, inclusive fora da órbita terrena. Onde chegar com tanta ganância e tanto descaso com as coisas que nos deixam vivos? E como escapar de se utilizar daquilo que construímos sem auxiliar nesta devastação? O problema é que ninguém consegue mais viver sem que esteja dando auxílio à destruição. Todos os dias poluímos rios, criamos lixos de diversos tipos e devastamos o que ainda existe de puro. Será que isto tudo faz do homem um ser poderoso ou idiota, que segue destruindo sua própria casa?
Por outro lado, o que a Terra faz para mudar a situação? Como Raul Seixas profetisou em uma de suas canções: "Se o cachorro não aguenta mais as pulgas se livra delas no sacolejo". E a Terra vem fazendo seu papel. O clima vem se transformando drásticamente, mostrando que nada é eterno e que o feitiço está virando contra o feiticeiro. Enquanto a humanidade acredita que está destruindo o planeta, esta quer se livrar das pulgas que não lhe deixa em paz. Mas a paz traz consequências para os que guerream, e principalmente para os que estão em desvantagem.
Porém, quem vencerá nesta guerra? A humanidade com suas máquinas incríveis e sua mente brilhante ou a natureza de um planeta que em sua própria evolução tende ao movimento e para transformações drásticas que a previsão não previne? Infelizmente, pagaremos para ver. E pagaremos muito caro.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O SIMBOLO

O SIMBOLO


A humanidade desde seu início como ser pensante criou uma forma peculiar de se expressar. A razão criou o símbolo, e deste, veio a Sabedoria. No momento em que o primeiro homem teve a consciência de si mesmo e observou-se diferente dos outros animais e que podia comandá-los, surgiram os primeiros símbolos, e com a evolução, a humanidade construiu seus mitos sobre estes símbolos, que cresceram e se transformaram durante o vasto caminho humano. 



Vemos hoje nos cinemas a busca pela mesma magia que os antepassados, em toda sua forma de vida, vivenciavam. “O Senhor dos Anéis”, por exemplo, nos mostra um mundo de intrigas entre o bem e o mal. Uma intriga que sempre existiu e está presente dentro de cada ser humano porque faz parte da consciência da razão. “Ser ou não ser” eis a questão. E desde criança aprendemos com os adultos que existem coisas que se pode fazer e outras que não, isto é, desde o berço o ser humano vem comendo da arvore do bem e do mal e junto com ela, sua serpente própria, vem como animal de estimação. Então o indivíduo descobre que alimentar-se da arvore é muito bom, mesmo que exista o mal unido neste ato, pois a serpente também necessita de alimento. Assim, a serpente se apresenta como o gênio da lâmpada e lhe concede todos seus desejos. Mas todos estes desejos são provenientes da caixa de Pandora, a caixa das emoções, onde é guardado o coração do dragão que guarda o Jardim das Hespérides, ou, os Querubins. 



A humanidade então se vê num mundo de símbolos que lhe dizem tudo o que ele quer que diga. E se extasia com tantos símbolos e com as novas ideias copiadas das antigas. Quando o indivíduo percebe que existem símbolos que ainda não conhece, descobre que ainda existe muito pelo caminho.
Novos símbolos então surgem e mostram que existem coisas além da árvore do bem e do mal. Surge em sua frente a Arvore da Vida, escondida atrás da Sabedoria. A vida que está além da embriaguez do Baco e de suas bacantes. Além do poder adquirido pelo Júpiter ou Zeus. Poder que não passa pelo pai dos pais, Cronos, o Tempo.
Na arvore da vida não existe deuses nem filhos de deuses. Existe apenas a vida eterna, onde as individualidades compreendem que nada vive só, e que a vida é um todo poderoso que se espalha pelo Universo manifesto, manifestando toda sua Sabedoria, dando movimento ao imóvel, poder de atração e repulsão ao mundo, geometrizando, multiplicando, dividindo, somando e subtraindo, numa matemática infinita e pura, onde somos alguns números irracionais pensando ser reais

Elder Prior