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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cleptocracia


Muitos podem estar perguntando: O que política tem a ver com religião? Tem muito, porque a religião por nós conhecida também é um tipo de política e visa interesses desta instituição. Antigamente coroava e destronava reis e ainda hoje tem muito peso sobre as decisões de como e onde a humanidade deve caminhar. Podemos ver no mundo árabe a figura de Alah atrás do terrorismo. Não que esteja, mas faz parte de uma filosofia humana, dos que não acreditam estar fazendo terrorismo e acham terrorismo um outro país querer ditar suas leis e o seu modo de vida. O terrorismo depende do olho que vê, assim como o governo e a política. Infelizmente a política vai caminhando para uma Cleptocracia, onde a preocupação maior são com os lucros que cada um que participa desta política irá ganhar. Não se pensa em Moral, e meios de combater violência, problemas com saúde e muitos outros que são ligados ao povo e ao seu bem estar. Gastam-se bilhões com Pão e Circo e os problemas ficam para trás. Dizem: "O povo precisa de diversão". Tudo bem, precisa. Mas não às custas do depreciamento de sua vida em prol de políticas de boa vizinhança, de produzir bilhões de dólares, produzir alimentos que são exportados enquanto o povo passa fome. Isto é falta de um princípio religioso, seja qual for. Religião no sentido de ver todos como um só, a humanidade. Independente de credo ou não credo, mas saber que aquela voz da consciência que diz que está agindo errado deve ser ouvida e, quem sabe, mudar as atitudes, respeitando outros indivíduos e suas carências e trabalhar para um bem comum, ético e moral.

Cleptocracia

A palavra Cleptocracia, de origem grega, significa literalmente “Estado governado por ladrões”. A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transfomar esse poder político em valor econômico, por diversos modos.

O Estado passa a funcionar como uma máquina de extração de renda ilegal da sociedade, isto é, população como um todo, em contraposição à máquina de extração de renda legal, o sistema de cobrança de impostos, taxas e tributos dos Estados que vivem em um regime não-cleptocrático.

Todos os Estados tendem a se tornar cleptocratas se não ocorrer um combate real pelos cidadãos, em sociedade. Em economia, a capacidade de os cidadãos combaterem a instauração do Estado cleptocrático é fortemente correlacionada ao capital social da sociedade.

A fase “cleptocrática” do Estado ocorre quando a maior parte de sistema público governamental é capturada por pessoas que praticam corrupção política.