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domingo, 22 de novembro de 2009

LICANTROPIA E ALIMENTAÇÃO




LICANTROPIA E ALIMENTAÇÃO


Desde as primeiras religiões das quais sabemos, o ser humano sempre acreditou na existência do espírito ou da alma, sem definir muito bem o que é um ou outro, mas tem em mente que não existe só o corpo físico. Pelas diversas religiões de hoje e até por alguns experimentos de laboratório, tais como, fotos kirlian, radiestesia, homeopatia, hipnose, a maioria das pessoas acreditam na existência da algo mais que um corpo físico.
Os que acreditam em algo mais buscam na religião explicações, e já ouviram falar em algum lugar, de corpo astral, corpo glorioso, perispirito, fantasma, espectro, corpo ectoplásmico, não importando se referem tudo à mesma coisa. O que interessa é que existe algo mais.
Também, as diversas linhas de pensamento sabem que ao morrer não nos desfazemos de imediato de nossa personalidade. Católicos e Evangélicos acreditam que não nos separamos do corpo. A maioria dos que acreditam em reencarnação, acreditam que existe uma parte de nossa personalidade que nos acompanha, ou seja, mesmo depois de morto o corpo físico existe uma certa essência daquilo que fomos.
Se nós levamos uma parte do corpo físico para o plano astral, também deixamos no mundo físico partes do corpo astral. Tal é com as curas espirituais, os passes magnéticos, reiki, e por outro lado, os trabalhos de magia negra, onde se usa as energias astrais para criar um efeito físico.
Na idade média, as verdadeiras bruxas ligadas à magia negra ou branca, sabiam que através do uso de sapos, lobos, gatos, corvos e outros animais, poderiam criar, pela magia, um efeito psíquico e hipnótico, que para aqueles mais sensíveis se tornavam realidade. Alimentando-se desses animais e/ou do seu sangue, as bruxas criavam um vínculo com a alma daqueles animais, usando suas propriedades para transformar-se momentaneamente em animais, isto é, a chamada Licantropia. Não havia apenas Lobisomens, mas diversos tipos de misturas entre animais e humanos. É um tema também vasto na mitologia grega, e um tema ainda vivo entre os índios de diversas partes do mundo.
Se as velhas bruxas sabiam como encantar através da energia de um animal, fazendo transformações horripilantes, algumas relatadas nos livros antigos e nos escritos de autores mais novos, como o “Isis sem Véu” de Helena P. Blavatsky, o que ainda existe hoje em qualquer prato?
Quando nos alimentamos de carne, não devemos ver apenas um pedaço físico de carne, devemos saber que ali existe uma outra energia. A energia da alma do animal sendo comido. A energia animal que é ingerida tem o dom de se ajuntar à energia animal humana e tornar o humano mais animal do que humano. Se as pessoas acreditassem na influência das energias, tal como Einstein descreveu, isto é, “a energia é igual à massa (corpo) multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado” (o corpo gera ou se transforma em energia e vice-versa), saberiam porque a humanidade está cada vez mais violenta e animal.
E para aqueles que acreditam na evolução espiritual, devemos lembrar que um animal é chamado como tal, porque possui alma (do latim anima), ao contrário das plantas, que não têm este sentido ainda. Aquele que possui uma alma, têm sentidos, sentimentos, desejos, amores, ódios e sonhos. Quando matamos um animal, influímos em sua evolução e atrapalhamos a nossa.
Antes de comer um animal pense bem no que representa este ato. Quem será que disse que o animal é bom de se comer? Porque existem pessoas que não vivem sem carne? Porque dizem que necessitamos de proteína animal se existem pessoas em várias partes do mundo que não se alimentam desta proteína, e pelo contrário, vivem até mais que os que se alimentam de carne?
Pense!!! E questione!!!