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quarta-feira, 6 de junho de 2012

PEGADAS DE GANDHI





"Não me considero digno de ser citado na mesma categoria dos profetas. Eu sou apenas alguém que busca a verdade. Estou ansioso para compreender a mim mesmo para alcançar o moksha (libertação espiritual) nesta existência".


"Para alcançar o meu objetivo, não preciso buscar refúgio em uma caverna. Eu carrego uma em mim se sou capaz de reconhecê-la".




"Eu quero viver em paz com o  amigo e com o inimigo. Mesmo que um muçulmano, um cristão ou um hindu me despreze ou me odeie, eu quero amá-lo e servir a ele, como amaria a minha mulher ou o meu filho, mesmo que eles me odiassem".


"Yajna (sacrifício) significa um ato voltado para o bem estar dos outros, realizado sem que se deseje qualquer recompensa por ele, seja de natureza material ou espiritual".



"Considerando também o ponto de vista de ahimsa (não-violência), não é Yajna sacrificar animais inferiores, mesmo com intuito de servir a humanidade".


"Toda ação que não se pode enquadrar na categoria de Yajna promove servidão".


"Para mim, as diversas religiões são belas flores do mesmo jardim, ou galhos da mesma majestosa arvore. Por isso, são igualmente verdadeiras, embora sejam recebidas e interpretadas através de instrumentos humanos igualmente imperfeitos. É impossível para mim aceitar a ideia de conversão da maneira como é concebida hoje na Índia e em qualquer outra parte do mundo. Esse conceito é um erro que talvez seja o grande impedimento para a obtenção da paz mundial".



                                                                            Mohandas Karamchand Gandhi


(que detestava ser chamado de Mahatma, "grande alma")