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segunda-feira, 6 de abril de 2015

CRÔNICA DE CRONOS - PRÉ SAUDADE



Crônicas de Cronos - Pré Saudade

Pré Sal, pré Sol, pré céu, sujo,
fogo no mar, na praia, na terra santa,
dinheiro, riquezas, intrigas.


Alguém se perde na demagogia, no estrelismo,
enquanto peixes, vidas morrem, apodrecem,
testamento da incompetência, da ausência,
atrás dos morros, das muralhas, nova Jericó.


Deu dó, da pobreza instalada, destilada,
e tudo acaba como sempre foi.

Mais um imposto, posto no posto de gasolina,
e aquela menina já não olha teus bens,
teu Mercedes Benz, não faz parte de haréns.


Esfaceladas pela dose diária de álcool,
etílico, etanol, comprimidos psicotrópicos,
dos trópicos que pegam fogo,
no calor da mídia, mendiga,
que enriquece com as verdades, as mentiras,
contrastes, nos trastes, aceitos,
no sono da população.


Elder Prior.
Crônicas de Cronos - Pré Saudade

Pré Sal, pré Sol, pré céu, sujo,
fogo no mar, na praia, na terra santa,
dinheiro, riquezas, intrigas.

Alguém se perde na demagogia, no estrelismo,
enquanto peixes, vidas morrem, apodrecem,
testamento da incompetência, da ausência,
atrás dos morros, das muralhas, nova Jericó.

Deu dó, da pobreza instalada, destilada,
e tudo acaba como sempre foi.

Mais um imposto, posto no posto de gasolina,
e aquela menina já não olha teus bens,
teu Mercedes Benz, não faz parte de haréns.

Esfaceladas pela dose diária de álcool,
etílico, etanol, comprimidos psicotrópicos,
dos trópicos que pegam fogo,
no calor da mídia, mendiga,
que enriquece com as verdades, as mentiras,
contrastes, nos trastes, aceitos,
no sono da população.

Elder Prior.

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=290707 © Luso-Poemas
Crônicas de Cronos - Pré Saudade

Pré Sal, pré Sol, pré céu, sujo,
fogo no mar, na praia, na terra santa,
dinheiro, riquezas, intrigas.

Alguém se perde na demagogia, no estrelismo,
enquanto peixes, vidas morrem, apodrecem,
testamento da incompetência, da ausência,
atrás dos morros, das muralhas, nova Jericó.

Deu dó, da pobreza instalada, destilada,
e tudo acaba como sempre foi.

Mais um imposto, posto no posto de gasolina,
e aquela menina já não olha teus bens,
teu Mercedes Benz, não faz parte de haréns.

Esfaceladas pela dose diária de álcool,
etílico, etanol, comprimidos psicotrópicos,
dos trópicos que pegam fogo,
no calor da mídia, mendiga,
que enriquece com as verdades, as mentiras,
contrastes, nos trastes, aceitos,
no sono da população.

Elder Prior.

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