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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

CAPÍTULO I - ANTES DO HOMEM...O HOMEM?

                                          CAPÍTULO I
                           
             ANTES DO HOMEM... O HOMEM?

    Vamos começar com o primeiro questionamento da “Verdade” exposta como verdade. Será, realmente, que os vestígios humanos descritos na história, que seguem as teorias de Darwin, estão certos? Levando o ser Homem para a Ordem dos Primatas, quando parece existir tanta inconsistência e vários vestígios de que a história esconde algo muito maior do que conhecemos?
    Vestígios estes, que hoje não se pode mais refutar ou esconder dentro das Universidades e das ideias de algum conceituado teórico, que diz que as ruínas antigas nas Américas, foram construções feitas por índios que desconheciam as ferramentas necessárias para se construir algo tão grandioso e complexo.



     Não é necessário ser um cientista para entrar no Google e pesquisar milhares de fotos, feitas por satélites ou não, mostrando que todo o México foi palco de uma enorme civilização, que se expande pelos escombros de cidades por toda América, de norte a sul, culminando na solitária Ilha de Páscoa.
    Talvez fosse demais para a civilização européia descobrir que já houve civilizações grandiosas e muito superiores do que a deles. 

http://www.viabrturismo.com.br/pacotesinternacionais/ilhadepascoa/abre-ilha-de-pascoa.jpg
    Ou será algo que esta verdade não pode expor?
  Talvez uma linhagem de pessoas que vêm se mantendo no poder desde os tempos desta antiga civilização até os dias de hoje?
    Mas vamos aos fatos que correm por um caminho diferente da história que nos contaram. Primeiro, retiremos a visão sobrenatural da Bíblia e foquemos o assunto com uma visão mais aberta para o que é ali dito sobre a humanidade.
    A primeira aparição da Besta do Abismo está no Jardim do Éden, separando os pensamentos de Adão e Eva. É o primeiro símbolo de um pensamento de egoísmo.



    Porque teriam vergonha de pensar, homem e mulher?
    Porque o primeiro pensamento foi um pecado, um desejo de burlar as leis, ou, negá-las pelo desejo de alimentar o próprio ego. Alimentar o Leviatã que se levanta de seu sono junto com a humanidade que cai e perde a oportunidade de conhecer a vida eterna, que é a consciência do bem a todos. O amor universal dá lugar à guerra das monstruosidades internas.
    O homem se torna um criador. O fruto devorado cria o alimento da primeira Besta, que é o Behemoth. A tentativa de esconder os pensamentos na obscuridade gera o Leviatã. Este é o primeiro passo da humanidade travando a eterna guerra interior, fazendo com que a rebeldia contra aquilo que já existia se torne uma ânsia insaciável e devoradora.



    A Bíblia inicia falando da presença das Bestas na vida humana de uma forma simples e simbólica. Culmina, no Cristianismo, com as mesmas Bestas, no livro final. O Apocalipse.
    Neste livro, inverte-se o aparecimento das Bestas. Talvez, um simbolismo para uma grande mudança? Uma mudança que toda humanidade teme?
    E se apega nas grandes religiões, porém, em sua continua alimentação dos monstros criados para devorar o que a humanidade insiste em permitir seu avanço sobre o tempo e sobre a vida.
    Mas vamos deixar as Bestas para depois e voltar ao homem primordial. 
    O que aconteceu para surgir na mente humana esta ligação com o mal? Como surgiu este mal?
    Primeiro, podemos dizer ainda, que a vergonha foi além do primeiro pecado, o primeiro pensamento do ego humano. Podemos ver o inverso, que deixou a humanidade em dúvida. Porque saiu do conjunto do universo consciente da deidade onipotente e onipresente e se escondeu atrás das sementes das frutas devoradas. A ligação que existia entre a humanidade e o universo tornou-se uma queda.



    No Apocalipse podemos ver que antes das duas Bestas acordarem em seus devidos reinos ou mundos simbólicos, houve uma grande guerra no Céu. Este Céu é dividido em dez partes. Não é o Céu físico, mas, sua influência sobre a humanidade. As forças da natureza que a humanidade assimilou quando deu atenção ao ego.
    Ao invés de elaborar as raízes da Arvore da Vida, foi criada somente a parte maligna. O Dragão é a união das dez partes expulsas do Céu e seus sete regentes.



    Na Astrologia, os sete regentes são os Planetas. Depois, acrescentaram Netuno, Urano e Plutão, perfazendo dez planetas. Hoje, se fala em mais. Mas o importante é que estes sete planetas antigos são símbolos usados para representar partes de nossa consciência.
    Em seu livro “Leviatã”. Thomas Hobbes faz um enorme estudo de como estes pensamentos se difundem entre a humanidade, sendo regido de sete formas diferentes. É muito importante ter em mente que não existe nada fora dos pensamentos humanos. Tudo que foi criado de ruim surgiu retirado dos pensamentos errados e vergonhosos da humanidade, que os alimentou durante sua ânsia em adquirir coisas palpáveis na natureza física, e, coisas que estão encobertas pelos véus do conhecimento, como dizia Helena Blavatsky. Ou seja, o alimento das duas Bestas nunca cessa.
    Hobbes diz que todas as ilusões são movimentos dentro de nós. O mundo que vivemos é criado por esta ilusão da máquina corporal, que recebe do mundo as qualidades sensíveis que existe em cada objeto, pressionando nossos órgãos de sensibilidade de maneira diversa. Desta conexão entre órgãos e objetos, surgem os pensamentos e a sua manifestação no mundo. Primeiramente, através da linguagem, pois, “A princípio era o Verbo”. O Verbo da linguagem dá nome aos objetos e aos seus complementos e adjetivos. Portanto, nós criamos em nossa mente os objetos que temos contato através dos órgãos sensoriais. Daquilo que criamos e damos vida podem surgir vários pensamentos e mudanças, e mesmo, iniciar um pensamento vivo, como uma teoria, uma ficção ou mesmo algo que pode se transformar e se tornar maior do que somos. A idéia de Capitalismo é um exemplo de algo muito maior que a humanidade e que se tornou parte integrante da mentalidade da Besta. O avanço da riqueza sobre o mundo, gerando alimento para a devastação de Behemoth, e, o alimento persuasivo para alimentar a engenhosidade do Grande Leviatã.
    Através deste alimento, criamos as paixões, que dizemos, por orgulho, serem animalescas.
   Na realidade, nossas paixões são humanas. Criações humanas. Não têm nada a ver com os animais, que geralmente seguem leis piores que as nossas, em termos de abrangência mental e limitações. A divindade, não quer dizer algo paranormal ou fora do comum, mas sim, um poder inerente à mente humana e que necessita ser estimulada e retirada de sua inércia para agir contra toda a corrupção criada no nosso subconsciente.
“Eu e o Pai somo Um”. Já que temos a divindade em nós e nos tornamos deus, como diz no Gênesis, “Se o homem já é como um de nós”.
    Esta é a luta eterna entre o bem e o mal, que foi escrita e reescrita por todas as idades e civilizações. O mal é o alimento das Bestas que nos levam pelo caminho do Abismo, ou Qliphoth, como dizem os cabalistas. O bem é a abertura, a expansão da mente, o poder que eleva e que se torna vivente, porque é o alimento da vida, do Jardim das Hespérides, do Éden, da árvore cabalística e simbólica dos antigos hebreus e egípcios, que receberam suas tradições do mundo antigo, perdido entre os escombros do que restou.



    Porém, no meio do dilúvio, um grande saber foi guardado entre estes escombros que sobraram no Egito. E é deste ponto que surge todo o desenrolar da humanidade e o que realmente está por trás de toda verdade que continua escondida para muitos.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE - INTRODUÇÃO

                



                    A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE
    
                                 INTRODUÇÃO

   Sempre quis escrever algo no qual pudesse englobar, como uma síntese, diversos autores e pensamentos criados em mim pelas diversas teorias e ideias que tive a felicidade de entrar em contato desde minha juventude.


    Aqui, tentarei caminhar pelas linhas de diversos pensamentos que me auxiliaram para chegar ao que exponho com minhas ideias. Uma linha abrangente, que surgiu diante das especulações internas. Uma filosofia que foi crescendo, se expandindo e sendo apresentada a este humilde filósofo desletrado por opção. Autodidata também por opção.


    Iniciei este trabalho há pelo menos uns dez anos atrás. Mal sabia que o complemento viria agora. Fiz uma grande pesquisa de datas e épocas, ligadas ao movimento de um tempo não físico. Um tempo que movimenta a consciência e a atitude humana diante das eras. O ciclo cósmico que rege o mundo num grande avanço experimental.


   Agora, esta especulação me abriu um leque de outras ideias, que se aglutinaram para formar o universo aqui descrito. Um universo grandioso, um grande Leviatã, uma Besta que sai do abismo e que toma conta do mundo. 


    Esta Besta fera do abismo não é, de forma alguma, uma criação divina. As divindades apenas alimentam o homem com o fruto da árvore do conhecimento e da razão, tornando-o, uma criatura ansiosa em devorar este mundo com a ganância de sabedoria.
    Então, surgem duas monstruosidades criadas pela mente humana:
    A primeira monstruosidade que surge é Behemoth. Na Bíblia, caracteriza uma besta terrestre. Em Jó, capitulo 40, a criatura surge criada junto ao homem. Para muitos, uma criatura que devora o mundo, insaciável em sua fome, se transformando com o tempo, numa constante guerra pelo poder e pela riqueza terrena. Tais como, ouro, recursos e territórios.
    Behemoth é a separação humana, que culmina na criação de Estados.
    Existe uma grande evolução da monstruosidade, que inicialmente era muito mais ligada à natureza e aos seus fenômenos, e que, com seu domínio e conhecimento, se expandiu, se beneficiando destes próprios recursos e fenômenos.
    Veremos como, em diversos pontos da história, Behemoth evoluiu e foi se tornando cada vez mais mesquinho.
    A segunda monstruosidade é chamada de Leviatã, que surge depois de Behemoth. Esta, é uma besta que surge das profundezas. Segundo a Bíblia, os dois monstros se combaterão e Behemoth sairá vitorioso. Porém, a força de Leviatã é devastadora, porque vem das profundezas da mente humana.
    Ao contrário de Behemoth, que age junto com a natureza e com as ações causadas nela e por ela, o Leviatã é mais perspicaz. Usa justamente as profundezas do pensamento humano, a sua consciência em rebelião contra as leis do mundo e contra as leis divinas.
    O Leviatã é a negação do agir em harmonia. É criar uma consciência particularmente humana. O Eu egoísta, gerado no subconsciente de cada um. Uma sombra ou o Limbo, ao que chamavam os gregos de Hades. Um sepulcro daquilo que é irrelevante para a expansão mental.
    Em sua histórica jornada pelo mundo, o Leviatã também evoluiu de um monstro marinho, temidos nas profundezas perigosas do oceano, para algo muito mais próximo ao Ser humano. Iniciou sua guerra contra Behemoth se ingressando no Estado, na individualidade de se fazer cercas e limites de fronteiras. Tornou-se a mente por trás deste Estado de oportunismo, criando a mídia (apesar de ser uma palavra nova, sempre foi usada pelos mais espertinhos), a oratória persuasiva, o poder de arrastar multidões hipnotizadas pela histeria coletiva. Uma massa mental dirigida pelo poder do grande Leviatã.
    Esta guerra não se iniciou nos dias de hoje. Podemos ver seus tentáculos em toda história humana, o que tais mudanças criaram na humanidade e qual será o fim disto tudo.
    Como disse Thomas Hobbes, Leviatã e Behemoth lutam entre si dentro do próprio homem numa guerra de todos contra todos, porque o ego é a ponta de cada tentáculo desta Besta, que saiu do abismo e engole o que ainda resta.
    Agora, voltaremos no “há muito tempo atrás” e veremos que, na verdade, as duas bestas se digladiam desde que o homem surgiu na face da Terra, porque ambas são criações humanas, que vivem até hoje porque são alimentadas diariamente por seus pais, que insistem em abrir suas goelas medonhas.







CONTINUA....