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sábado, 3 de junho de 2017

O DEMÔNIO DA INVEJA

O DEMÔNIO DA INVEJA

    Dizem as antigas tradições, que o primeiro indício de inveja que existiu está relacionado à Lúcifer e a condição humana de ser preferida, ou talvez, ter algum privilégio que o tal anjo não tinha.
    Aliás, será que Lúcifer realmente era um anjo ou uma entidade anterior ao homem? Algum ser que viveu anteriormente, numa Terra paradisíaca e que a transformou num mundo obsoleto? 




     
    Se olharmos atentamente nos antigos textos das velhas religiões e nas descobertas feitas de coisas igualmente antigas, veremos que existiu uma raça muito avançada sobre a antiga Terra. Existem vários relatos em todo o mundo. Desde os Atlantes, os antigos deuses nórdicos, os Tuatha de Danann, os povos gigantes dos Andes, os deuses hindus e seus filhos em suas máquinas voadoras, os gregos e sua grande quantidade de deuses e semideuses, culminando no Oriente Médio com os Sumérios e os Elohim dos povos semíticos.



    Esta personificação da Inveja se torna clara, se olharmos estas entidades em declínio, depois de um grande apogeu. Se vendo dar lugar para seres primitivos que não têm e não estão preparados para herdarem o mundo. Mas o mundo foi mudando rapidamente e estes seres se apressaram em melhorar a raça humana. Criaram híbridos e manipularam nossa genética, ou, de algum ser anterior à nós. O que é mais provável devido a quantidade de seres entre o macaco e o humano moderno que foram encontrados. Foram várias tentativas e vários erros até chegar ao protótipo aceitável. O atual.
    Foi neste tempo que os filhos dos deuses gostaram das filhas dos homens. Os híbridos que surgiram desta união são simbolizados por Caim, um ser rude e de pouca inteligência, porém, com grande força bruta e estatura.




    Vemos a história se repetir na narração da busca pelos privilégios entre Esaú e Jacó e também, na luta do ágil Davi contra o desajeitado e gigante Golias.
    Lúcifer é o “portador de luz”. Que luz seria esta, que estaria nas mãos de um demônio?
    O que traz a luz é o que abre a mente humana para o pensamento, para o discernimento entre o bem e o mal e a consequência de se portar tal luz. Este discernimento é representado em outra tradição como a “Caixa de Pandora”, que se abre espalhando os pensamentos humanos. A consciência humana conseguiu maquinar novos desejos e sua maior vontade era querer também ser um deus.




   Houve grandes guerras e muita destruição, culminando nas mudanças climáticas do planeta, abalando seus polos magnéticos.
    Existem histórias sobre estas guerras em toda cultura antiga.  Desde as guerras no céu, as guerras de Titãs, as descritas na mitologia hindu até chegar às guerras Sumérias. Todas falam da rebelião contra os deuses, ou de deuses contra deuses, e a busca pela independência, pela fortificação do desejo próprio. Na alimentação da inveja e mesmo da escravidão.
    A Terra mudou e ficaram apenas escombros da velha civilização, que alguns conhecem como Atlântida. Podemos ver no mundo todo restos de construções, pirâmides até debaixo d’água, estradas pavimentadas, desenhos indecifráveis ou assustadores. 


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    Geralmente os povos que se apoderaram destes escombros dizem ter sido construídos pelos deuses. O que eles acreditam serem deuses ou seres de outro mundo. Confundindo até hoje muitos pesquisadores que acreditam numa viagem intergalática e no povoamento da Terra por extraterrestres. Quem sabe? Na realidade, todos nós somos extraterrestres. A vida deve ter vindo de algum lugar, germinando em seu tempo propício. Porém, veio num tempo que se perde na imensidão dos tempos. A consciência veio bem depois. Nossos monstros mentais são heranças de povos anteriores à humanidade contemporânea.

http://ic.pics.livejournal.com/klavdivs/36827414/95286/95286_original.jpg


    Nossa civilização se perde nos confins do tempo, arrastando a história cada vez mais para trás. Misturando várias raças de humanoides com o ser pensante que somos nós.
    Tivemos como herança a Caixa de Pandora, que se abriu e nos acompanha até hoje. Se olharmos a humanidade e sua história, sempre veremos os mesmos problemas, mesmos defeitos, os mesmos pecados. E o pior. A degeneração deles.
    Acompanharemos então a história e tentaremos buscar entre o tempo, pontos que se ligam e que mostram que há algo que sempre esteve presente na história e que domina e se encarrega de levar a humanidade, em sua grande massa, para um caminho traçado.  O que conhecemos como Destino ou Karma. Prendendo pessoas, como no filme Matrix, num modelo de escravidão que não é perceptível porque é desejável e dá prazer aos sentidos e ao grande ego humano.

Elder Prior